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Mionevrix 20Comprimidos

Ache | EAN: 7896658001512 | Código: 1210

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Sobre o produto

Mionevrix, para o que é indicado e para o que serve?

Mionevrix é indicado como miorrelaxante, antineurítico e antiálgico.

Mionevrix é destinado ao tratamento de doenças osteomusculares que são associadas à dor ou tensão muscular, sua formulação promove relaxamento muscular, alívio das dores e melhora das condições das fibras nervosas ou nervos.

Como o Mionevrix funciona?


Mionevrix é um relaxante muscular composto pelo carisoprodol, pela dipirona e por 3 vitaminas do complexo B (B1, B6 e B12). O carisoprodol é um relaxante muscular, que é capaz de reduzir a tensão nos músculos, inibindo os estímulos nervosos responsáveis pela contratura muscular dolorosa. A dipirona é um potente e eficiente analgésico, indicado para o tratamento de processos inflamatórios agudos dos músculos e nervos. As vitaminas do complexo B (B1: tiamina; B6: piridoxina; B12: cianocobalamina) possuem poder analgésico, com importante papel na regeneração da função dos nervos relacionados aos processos inflamatórios musculares. Dessa forma, Mionevrix é medicação eficaz no tratamento das dores musculares causadas por contraturas e processos inflamatórios.

Quais as contraindicações do Mionevrix?

Mionevrix é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula; nos casos de miastenia gravis, doenças que afetam a função ou a produção das células do sangue, supressão da medula óssea (falta de funcionamento adequado da medula óssea) e porfiria aguda intermitente.

Mionevrix é contraindicado em pacientes que já apresentaram reações alérgicas a meprobamato ou tibamato.

Mionevrix não deve ser utilizado no período da gestação e lactação.

Há passagem do medicamento pelo leite materno com riscos de provocar sonolência excessiva na criança que se alimenta de leite materno, por isso mães em fase de amamentação não devem fazer uso de Mionevrix.

Devido à presença da dipirona e do carisoprodol na sua formulação, Mionevrix é contraindicado em pacientes que tiveram complicações gastrintestinais, asma ou reações alérgicas induzidas pelo ácido acetilsalicílico (aspirina) ou por outros agentes anti-inflamatórios.

Este medicamento é contraindicado para menores de 16 anos de idade.

Como usar o Mionevrix?

Um comprimido até 4 vezes ao dia. Esta dose pode ser aumentada até 2 comprimidos, até 4 vezes ao dia, segundo a necessidade do caso e sob orientação médica. Nos casos agudos, o tratamento deverá ser de 24 a 48 horas. Nos casos subagudos, de 7 a 10 dias ou mais, segundo critério médico. O uso contínuo de Mionevrix não deve ultrapassar 2 a 3 semanas.

Ingerir preferencialmente com alimentos ou leite.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Mionevrix?


Se uma dose for omitida, você deve tomar essa dose logo que possível, salvo se for quase hora da próxima dose.

Se for quase hora da sua próxima dose, esperar até o horário do medicamento ser tomado habitualmente. Pule a dose perdida. Você não deve usar duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Quais cuidados devo ter ao usar o Mionevrix?

Mionevrix deve ser usado com cautela em pacientes com danos no fígado ou nos rins ou com história de úlcera do estômago. Condições agudas abdominais podem ter seu diagnóstico dificultado pelo uso do carisoprodol.

Mionevrix deve ser usado com cautela em pacientes com doenças pulmonares obstrutivas ou restritivas crônicas, pelo risco de depressão respiratória. Pacientes desidratados podem apresentar maiores riscos de pressão baixa com o uso do carisoprodol. Pessoas com aumento da pressão intra-craniana ou trauma cranioencefálico não devem fazer uso de Mionevrix.

O uso prolongado de Mionevrix pode levar à dependência e sua descontinuação, à síndrome de abstinência, quando usado em altas doses e por período prolongado. O uso concomitante com álcool e calmantes não é recomendado.

A dipirona pode ocasionar efeitos indesejáveis que vão desde simples alergia até redução da produção de glóbulos brancos. Por este motivo, nos casos de tratamentos prolongados, os exames de sa ngue devem ser realizados periodicamente. Portadores sem sintomas do vírus da hepatite B com função do fígado normal podem apresentar metabolismo da dipirona reduzido.

O uso de Mionevrix nesses casos deve ser realizado com cautela. O uso de dipirona deve ser monitorizado em pessoas com condições cardíacas, incluindo pressão alta, pelo risco de retenção de líquido e inchaço.

Por não estar estabelecida a segurança do emprego do carisoprodol em crianças, não se recomenda o uso de Mionevrix em crianças.

É recomendável que os pacientes, durante o tratamento com Mionevrix, abstenham-se de dirigir carros, motos e outros veículos, assim como de operar máquinas perigosas, pois o carisoprodol pode interferir com essas capacidades.

Mionevrix apresenta sensibilidade cruzada do carisoprodol (um de seus componentes) com o meprobamato (um de seus metabólitos). Não se deve administrar as duas drogas concomitantemente.

A ingestão prolongada de um só tipo de vitamina B pode resultar em desequilíbrio de outras vitaminas do complexo B. Por essa razão, as vitaminas B devem ser ingeridas sob a forma de complexos que contenham todas ou grande parte dessas vitaminas.

A cianocobalamina (vitamina B12) é considerada segura e não tóxica. A cianocobalamina poderá mascarar a deficiência de ácido fólico, assim como altas doses de ácido fólico devem ser administradas com precaução, pois pode mascarar a deficiência de vitamina B12. A piridoxina (vitamina B6) e a tiamina (vitamina B1) são geralmente não tóxicas. Doses muito elevadas dessas vitaminas podem causar dores de estômago.

Categoria de risco na gravidez: C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Mionevrix?

Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento)

Sonolência.

Reações comuns (ocorre em 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento)

Tontura, dor de cabeça, vermelhidão da pele.

Reações raras (ocorre em 0,01% e 0,001% dos pacientes que utilizam esse medicamento)

Coceira, redução dos glóbulos brancos do sangue.

Reações muito raras (ocorre em menos de 0,001% dos pacientes que utilizam esse medicamento)

Descamação de feridas na pele.

Reações com frequência não relatada

Pressão baixa quando se fica de pé, desmaios, aumento da frequência dos batimentos cardíacos, vermelhidão da face, porfiria aguda intermitente, desconforto no estômago, náuseas, vômitos, reação de sensibilidade cruzada, reação de hipersensibilidade imune (redução dos movimentos dos membros, tontura, incoordenação motora, visão dupla, confusão mental, desorientação, falta de ar, febre, inchaço e choque anafilático), convulsão, tremor, dependência, síndrome de abstinência, taquicardia, dor torácica, coceira, diarreia leve, ansiedade, crise de pânico, insônia, alergia na pele, manchas na pele causadas pela exposição à luz, formigamentos,boca seca, anemia, cansaço, soluço, irritabilidade, dilatação das pupilas, broncoespasmo, inquietação.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Qual a composição do Mionevrix?

Cada comprimido revestido de Mionevrix contém:

Cloridrato de piridoxina

100mg

Cloridrato de tiamina

50mg

Cianocobalamina

1000mcg

Dipirona monoidratada

250mg

Carisoprodol

250mg

Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, povidona, crospovidona, corante vermelho de eritrosina, corante vermelho de eritrosina laca de alumínio, corante vermelho de ponceau, dióxido de silício, dióxido de titânio, eudragit, manitol, metilcelulose, macrogol e talco. 

Apresentação do Mionevrix


Comprimidos revestidos: embalagens com 8 e 20 comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto.

Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Mionevrix maior do que a recomendada?

Os efeitos tóxicos do carisoprodol podem resultar em torpor, coma, choque, água nos pulmões, colapso cardiovascular, insuficiência cardíaca e depressão respiratória, sendo indicadas as medidas gerais de tratamento sintomático e de suporte. É necessária a monitorização da quantidade de urina por dia. Os efeitos tóxicos podem surgir com a ingestão aguda de altas doses de carisoprodol ou em doses menores associadas a outras medicações depressoras do sistema nervoso central.

No caso de superdosagem acidental, torna-se necessária a instituição de tratamento sintomático e de apoio, incluindo lavagem gástrica e manutenção das funções cardiorrespiratórias.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Mionevrix com outros remédios?

Cloridrato de piridoxina – Vitamina B6

Efeito de gravidade moderada

O uso de vitamina B6 pode reduzir a absorção e os efeitos de medicamentos como a levodopa, a doxiciclina, minociclina e a tetraciclina e pode potencializar os efeitos dos anti-depressivos tricíclicos como a amitriptilina, a desipramina, a imipramina e a nortriptilina.

Efeito de gravidade menor

Medicamentos como os anti-depressivos inibidores da monoaminoxidase, cicloserina, eritropoetina, hidralazina, isoniazida, penicilamida e a teofilina podem reduzir os níveis de vitamina B6.

A vitamina B6 pode reduzir os efeitos colaterais da doxirrubicina e do 5-fluorouracil sem afetar sua eficácia.

Efeito de gravidade moderada

A digoxina pode reduzir a capacidade das células do coração de absorver e utilizar a tiamina, principalmente nos casos de uso concomitante com a furosemida.

Diuréticos e a fenitoína podem reduzir os níveis de tiamina no organismo.

Cianocobalamina – Vitamina B12

Efeito de gravidade menor

Medicamentos como o ácido fólico (em altas doses); anti-convulsivantes (fenitoína, fenobarbital, primidona); bloqueadores H2 (cimetidina, famotidina, ranitidina); colchicina; inibidores da bomba de prótons (esomeprazol, lansoprazol, omeprazol, rabeprazol); metformina; quimioterápicos (metotrexato); sequestradores de ácidos biliares (colestipol, colestiramina, colesevelam) reduzem os níveis de vitamina B12, por redução da absorção.

Dipirona

Efeito de gravidade maior

Medicamentos como ardeparina, clovoxamina, dalteparina, enoxaparina, escitalopram, femoxetina, flesinoxam, fluoxetina, fluvoxamina, nadroparina, nefazodona, parnaparina, paroxetina, pentoxifilina, reviparina, sertralina, tinzaparina, zimelidina podem aumentar o risco de sangramento. Já o danaparoide além de aumentar o risco de sangramento pode aumentar o risco de hematoma no caso de se realizar anestesia neuraxial.

Há risco potencial de aumento de efeitos adversos gastrintestinais (úlceras, sangramento gastrintestinal) na associação da dipirona com cetorolaco.

A associação da dipirona com metotrexato pode aumentar a toxicidade do metotrexato, assim como de medicamentos como pemetrexede (riscos de mielossupressão, toxicidade renal e gastrintestinal). Já a associação da dipirona com tacrolimus pode eventualmente levar a insuficiência renal.

Efeito de gravidade moderada

A associação da dipirona com acetabulol, alacepril, alprenolol, arotinolol, atenolol, befunolol, benazepril, betaxolol, bevantolol, bisoprolol, bopindolol, bucindolol, bupranolol, captopril, carteolol, carvedilol, celiprolol, cilazapril, delapril, dilevalol, enalaprilato, esmolol, espirapril, fosinopril, imidapril, labetalol, landiolol, levobetaxolol, levobunolol, lisinopril, maleato de enalapril, mepindolol, metipranolol, metoprolol, moexipril, nadolol, oxprenolol, penbutolol, pentopril, perindopril, pindolol, propranolol, quinapril, ramipril, nebivolol, nipradilol, sotalol, talinolol, temocapril, tertatolol, timolol, trandolapril, zofenopril pode levar a redução do efeito anti-hipertensivo.

Pode ocorrer aumento do risco de hipoglicemia na associação da dipirona com acetoexamida, clorpropamida, gliclazida, glimepirida, glipizida, gliquidona, gliburida, tolazamida, tolbutamida.

Medicamentos como a desvenlafaxina, dicumarol, duloxetina, acenocoumarol, anisindiona, citalopram, clopidogrel, eptifibatida, milnacipran, fenindiona, fenprocoumona, prasugrel, venlafaxina, varfarina se associados à dipirona podem levar ao aumento do risco de sangramento.

A dipirona se associada à amilorida, canrenoato, espironolactona ou triantereno pode causar redução do efeito diurético, hipercalemia (aumento do potássio) e possível toxicidade nos rins.

Já a associação da dipirona com ácido etacrínico, azosemida, bemetizida, bendroflumetiazida, bentiazida, bumetanida, butiazida, clorotiazida, clortalidona, clopamida, ciclopentiazida, ciclotiazida, furosemida, hidroclorotiazida, hidroflumetiazida, indapamida, metilclotiazida, metolazona, piretanida, politiazida, quinetazona, torsemida, triclormetiazida, xipamida além da redução da eficácia diurética pode levar à redução da eficácia anti-hipertensiva.

A associação entre dipirona e candesartana cilexetila, eprosartana, irbesartana, losartana, olmesartana medoxomil, tasosartana, telmisartana, valsartana pode causar redução do efeito anti-hipertensivo e aumento do risco de insuficiência renal.

A toxicidade da ciclosporina pode ser exacerbada se associada ao uso da dipirona, com risco de disfunção renal, colestase, parestesias.

Pode ocorrer aumento do risco de convulsões na associação de dipirona com levofloxacino. A dipirona pode causar aumento da toxicidade pelo lítio (fraqueza, tremor, sede excessiva, confusão). No caso do pralatrexato a dipirona pode causar aumento da exposição ao mesmo.

Efeito de gravidade menor

A dipirona pode causar aumento do risco de hemorragia gastrintestinal e/ou antagonismo do efeito hipotensor se associada ao anlodipino, bepridil, diltiazem, felodipina, flunarizina, galopamil, isradipina, lacidipina, lidoflazina, manidipina, nicardipina, nifedipina, nilvadipina, nimodipina, nisoldipina, nitrendipina, pranidipina, verapamil. Pode ocorrer diminuição do efeito do L-metilfolato na associação com dipirona

Interação Medicamento-Exame Laboratorial

Efeito de gravidade menor

A dipirona pode eventualmente levar a resultado falso positivo no teste de sangue oculto nas fezes.

Carisoprodol

Efeito de gravidade maior

A associação entre carisoprodol e medicamentos como adinazolam, alprazolam, amobarbital, anileridina, aprobarbital, bromazepam, brotizolam, butalbital, cetazolam, clordiazepóxido, clorzoxazona, clobazam, clonazepam, clorazepato, codeína, dantrolene, diazepam, estazolam, eticlorvinol, fenobarbital, fentanil, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, hidrato de cloral, hidrocodona, hidromorfona, levorfanol, lorazepam, lormetazepam, medazepam, meperidina, mefenesporfiina, mefobarbital, meprobamato, metaxalona, metocarbamol, metohexital, midazolam, morfina, nitrazepam, nordazepam, oxazepam, oxibato sódico, oxicodona, oximorfona, pentobarbital, prazepam, primidona, propoxifeno, quazepam, remifentanila, secobarbital, sufentanil, sulfato lipossomal de morfina, temazepam, tiopental e triazolam pode levar à depressão respiratória.

Efeito de gravidade moderada

Já a associação entre Kava e carisoprodol pode causar depressão do sistema nervoso central. O uso associado de loxapina e carisoprodol pode causar hipotensão e sincope.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Qual a ação da substância do Mionevrix (Carisoprodol + Cianocobalamina + Dipirona Sódica + Piridoxina + Tiamina)?

Resultados de eficácia

Carisoprodol + Cianocobalamina + Dipirona Sódica + Piridoxina + Tiamina é um miorrelaxante composto pelo carisoprodol, pela dipirona e por 3 vitaminas do complexo B (B1, B6 e B12).

Em estudo clínico duplo-cego, multicêntrico, randomizado, grupo-paralelo e placebo-controlado foi determinada a eficácia e a segurança do uso de carisoprodol na dose de 250 mg, administrado 4 vezes ao dia, por um período de 7 dias, no tratamento de espasmos musculares de aparecimento agudo acompanhados de dor na região lombar. Dos pacientes acompanhados, 277 receberam carisoprodol e 285 receberam placebo.

O uso de carisoprodol foi significativamente mais eficaz que o uso de placebo na impressão global de melhora dos sintomas relatados pelos pacientes (2.24 versus 1.7; P<0,0001) e no alívio da lombalgia (1.83 versus 1.12; P<0,0001). O início de melhora da sintomatologia de forma moderada ou importante foi de 3 dias com o uso de carisoprodol e de 6 dias com o uso de placebo (P<0,0001). Nenhum paciente do grupo carisoprodol descontinuou o tratamento em razão de tontura e não houve eventos adversos graves ou clinicamente significantes em exames laboratoriais ou sinais vitais.

O uso oral de dipirona nas doses de 500 mg a 1 g (dose única ou divididas em 3 tomadas) mostrou-se eficaz para analgesia da dor neurológica crônica.

O poder analgésico e antineurítico das vitaminas do complexo B é bem conhecido e descrito. A vitamina B12 isoladamente ou associada às vitaminas B1 e B6, quando comparadas a placebo em pacientes portadores de síndrome cervical apresentou eficácia analgésica significativamente maior, em especial quando houve associação das vitaminas.

Em estudo realizado com 29 pacientes, entre 17 e 49 anos de idade e portadores de desordens musculoesqueléticas, foi administrada associação medicamentosa contendo tiamina (50 mg), piridoxina (100 mg), cianocobalamina (1000mg), dipirona (250 mg), carisoprodol (150 mg) e cafeína (30mg), por um período de 7 dias. Os pacientes eram portadores de uma das seguintes doenças: torcicolo, cervicalgia, tóraco-cervicalgia, ombro doloroso, dorsalgia, dorso-lombalgia, lombalgia, ciatalgia, distensão muscular e contusão muscular.

Na avaliação global do tratamento, 79,3% dos pacientes apresentaram resultados ótimos ou bons em relação à melhora da sintomatologia. Efeitos colaterais se manifestaram em 6 (aproximadamente 20%) pacientes como tontura, vômitos, náuseas, desconforto epigástrico e sensação de calor facial. Os efeitos foram de natureza leve a moderada e desapareceram com a evolução terapêutica, não havendo necessidade de cuidados especiais ou interrupção do tratamento.

Características farmacológicas

As vitaminas do complexo B são essenciais para o metabolismo de carboidratos e proteínas. As vitaminas do complexo B são absorvidas pelo processo de transporte ativo. São rapidamente eliminadas e não são armazenadas no organismo.

Loridrato de piridoxina (vitamina B6)

O cloridrato de piridoxina, convertido no organismo em fosfato de piridoxal, atua como coenzima de cerca de 60 enzimas, relacionadas em sua maioria, com o metabolismo de proteínas e aminoácidos. Desempenha papel importante na síntese de neurotransmissores como a noradrenalina, dopamina, serotonina, GABA (ácido gama-aminobutírico) e histamina. Participa de reações de degradação de aminoácidos, em que um dos produtos finais é a acetilcoenzima A, necessária à produção e síntese de proteínas, lipídios e acetilcolina.

O fosfato de piridoxal atua como coenzima na primeira etapa da síntese de esfingosina, substância que ocupa posição chave no metabolismo dos esfingolipídios, componentes essenciais nas membranas celulares das bainhas de mielina. Uma vez que os esfingolipídios têm renovação metabólica muito rápida, a preservação da integridade estrutural e funcional do sistema nervoso central requer síntese constante de esfingosina, dependente de piridoxina. O fosfato de piridoxal atua também como coenzima da lisil-oxidase, enzima que induz o entrelaçamento das fibrilas de colágeno, originando tecido conjuntivo elástico e resistente. O peso molecular da piridoxina é de 206.64.

Após ingestão oral, o cloridrato de piridoxina atinge sua concentração máxima em torno de 1 hora. É absorvido na porção jejunal do tubo gastrintestinal por difusão passiva; sua metabolização é hepática e possui uma meia-vida de eliminação longa de aproximadamente 15 a 20 dias. Trinta e cinco a sessenta e três por cento da dose administrada são excretadas na urina e 2% pela bile.

Cloridrato de tiamina (vitamina B1)

O cloridrato de tiamina é essencial para o metabolismo dos hidratos de carbono. Funciona como coenzima nas reações de descarboxilação oxidativa do ácido pirúvico até acetil-coenzima A, ponte entre a glicólise anaeróbica e o ciclo do ácido cítrico, necessária para a síntese de proteínas e lipídios, assim como do neurotransmissor acetilcolina. Funciona também como coenzima na descarboxilação oxidativa do 2-oxoglutarato até succinato no ciclo do ácido cítrico. O cloridrato de tiamina age, ainda, como coenzima da transcetolase, que desempenha papel importante no ciclo da pentose fosfato. Esse ciclo representa uma via adicional à glicólise, para a utilização da glicose.

É uma importante fonte de energia para diversos processos metabólicos, especialmente os de oxirredução nas mitocôndrias. O cloridrato de tiamina é absorvido no trato gastrintestinal por transporte ativo e quando em altas concentrações, sua absorção pode ocorrer por difusão passiva. O álcool inibe sua absorção. A absorção oral pode ser aumentada administrando o nitrato de tiamina em porções divididas junto com alimento. A absorção máxima, por via oral, é de 8 mg a 15 mg por dia. Sua biodisponibilidade após administração oral é de 5.3%. O cloridrato de tiamina sofre biotransformação hepática e é eliminado pela urina, quase inteiramente (80 a 96%), como metabólitos. Seu metabólito ativo é o pirofosfato de tiamina. O excesso é excretado nas formas íntegras e de metabólitos, também pela urina.

Cianocobalamina (vitamina B12)

A cianocobalamina participa do metabolismo lipídico, glicídico e proteico e da produção de energia pelas células. É necessária às reações de transmetilação, tais como a formação de metionina, a partir da homocisteína, da serina a partir da glicina e a síntese de colina, a partir da metionina. Também toma parte na formação de bases pirimidínicas e no metabolismo de purina, além de estar envolvida na síntese do desoxirribosídio do ácido nucleico.

Favorece a regeneração de formas ativas de folato e a entrada do metilfolato nos eritrócitos. A cianocobalamina é essencial para o crescimento normal, a hematopoiese, produção de células epiteliais e manutenção da bainha de mielina no sistema nervoso central. A cianocobalamina é necessária sempre que houver reprodução celular e, consequentemente, quando ocorrer síntese de ácido nucleico.

A cianocobalamina ou vitamina B12 é absorvida no tubo digestivo, precisamente na região ileal na presença de cálcio, devido à presença do fator intrínseco gástrico, ou seja, uma glicoproteína. Além do fator intrínseco, a bile e o bicarbonato de sódio são necessários para a absorção da vitamina B12 pelo íleo. O complexo vitamina B12-fator intrínseco é transportado ativamente para a circulação em torno de 20% da ingestão.

Pequenas quantidades de vitamina B12 também podem ser absorvidas independente do fator intrínseco por difusão simples. Uma vez absorvida, a cianocobalamina liga-se à beta-globulina plasmática chamada de transcobalamina II, sendo rapidamente removida do plasma e preferencialmente distribuída para o fígado, onde é armazenada em até 90%. O turn over da coenzima ativa é de 0.5 a 8 mcg diários.

Sua eliminação principal é renal, em torno de 50 a 98%. Entre 1 e 3 mcg de vitamina B12 são excretados diariamente na bile. Até 50% dessa quantidade pode ser reabsorvida pela circulação enter-hepática. O início de sua ação terapêutica ocorre com 24 horas da primeira administração. Em adultos jovens, a concentração terapêutica varia entre 200 e 900 pg/mL. A cianocobalamina se difunde através da placenta e também aparece no leite materno. Doses elevadas de piridoxina, tiamina e cianocobalamina, segundo numerosos relatos, exercem efeito antiálgico em casos de neuropatias dolorosas, além de favorecerem a regeneração das fibras nervosas lesadas.

Dipirona

A dipirona é um analgésico e antitérmico de ação central, consagrado pela sua eficiência e é indispensável num produto que objetiva tratar episódios dolorosos de curta duração como ocorre em processos miálgicos e nevrálgicos. A dipirona é uma pirazolona da classe dos anti-inflamatórios não hormonais. A dipirona apresenta atividade analgésica, anti-inflamatória e antipirética.

Seu mecanismo de ação ocorre por meio da inibição da síntese de prostaglandinas E1 e E2, com redução da atividade da ciclooxigenase, da síntese de tromboxano e da agregação plaquetária induzida pelo ácido aracdônico. Sua potência como inibidor da síntese de prostaglandinas é similar à da aspirina e sua ação pode ser periférica e central, agindo no centro regulador hipotalâmico da temperatura para reduzir febre.

Devido à sua elevada solubilidade (maior que a aminopirina), a dipirona é rapidamente absorvida, determinando pronto alívio das manifestações dolorosas. A dipirona é uma pró-droga que é absorvida e metabolizada no trato intestinal em seu metabólito ativo, o 4-metilaminoantipirina (4-MAA), que, por sua vez, é metabolizado no fígado a um segundo metabólito ativo, o 4-aminoantipirina (4-AA). Sua absorção não é influenciada pela ingestão de comida. No plasma, a ligação com proteínas ocorre com 58% do 4- MAA e 48% do 4-AA circulante. O início da resposta terapêutica ocorre com 30 minutos e seu pico de concentração é atingido entre 1 e 2 horas.

O pico de concentração de seu metabólito ativo, o 4-MAA, é de 11 mcg/mL com a administração oral de 750 mg de dipirona, e seu volume de distribuição é de 40 L. Outros metabólitos inativos são o 4-formil-aminoantipirina (4-FAA) e o 4-acetilaminoantipirina (4-AcAA). Os 4 metabólitos da dipirona são encontrados no líquido céfalo-raquidiano em doses correlatas às doses plasmáticas. A dipirona apresenta excreção é renal. Os metabólitos são excretados na urina, principalmente sob as formas de 4-FAA e 4-AcAA. A meia-vida de eliminação do metabólito 4-MAA é de 2 a 4 horas e do metabólito 4-AA é de 4 a 5 horas.

Carisoprodol

O carisoprodol é um relaxante muscular esquelético de ação central, quimicamente relacionado ao meprobamato, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos. O modo de ação pelo qual o carisoprodol alivia o espasmo muscular agudo de origem local pode estar relacionado com o fato de deprimir preferencialmente os reflexos polissinápticos, mostrando eficácia no tratamento do desconforto decorrente do espasmo muscular esquelético. Em altas doses pode haver inibição dos reflexos monossinápticos. A sedação também é uma consequência do uso dos relaxantes musculares esqueléticos.

O peso molecular do carisoprodol é de 260.33, apresentando discreta solubilidade em água e alta solubilidade em acetona, álcool e clorofórmio. O carisoprodol é bem absorvido após administração oral, sendo metabolizado no fígado e excretado na urina com uma meia-vida de eliminação de 8 horas.

Apenas pequenas quantidades de carisoprodol são excretadas não modificadas pela urina. Tem um rápido início de ação terapêutica de 30 minutos e um pico de ação em 4 horas. As concentrações séricas de meprobamato (o principal metabólitos do carisoprodol) excedem as concentrações séricas do carisoprodol dentro de 2.5 horas. É utilizado associado a analgésicos, para o alívio da dor e desconforto consequentes a condições musculoesqueléticas agudas.

Como devo armazenar o Mionevrix?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Característica física e organoléptica

Mionevrix se apresenta na forma de comprimido róseo e oblongo.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres Legais do Mionevrix

MS – 1.0573.0114

Farmacêutica Responsável:
Gabriela Mallmann
CRF-SP nº 30.138

Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP

Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica.

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